Foi porque os "cristãos” não entenderam que o Evangelho é Jesus que, separadamente de Jesus, criaram uma outra coisa que deveria ser vista por todos como “o Evangelho”.
Assim, Jesus seria o Cordeiro da Cruz e da Ressurreição, mas, à parte dEle, deveria surgir uma “doutrina de salvação” conforme o conceito de “doutrina” dos homens — tendo nos gregos os artífices filosóficos e metodológicos desse “ídolo de pensamentos” patrocinado pelo Império Romano.
Ora, o Evangelho que se vê anunciado por Paulo, por exemplo, não é uma “doutrina” conforme o termo se faz entender por nós, mas apenas uma explanação dos significados salvíficos do que Jesus fez; e, além disso, uma aplicação de natureza individual, existencial e também comunitária do significado de se ter crido e aprendido em e de Jesus.
Entretanto, tal explanação não obedece a lógicas humanas nem se reveste de nada que se assemelhe a um “sistema”, posto que, para Paulo, não havia nada a ser sistematizado no Evangelho, mas apenas crido. E o fato de o apóstolo não ficar citando palavras de Jesus, conforme ditas e registradas nos 4 evangelhos (que já existiam como informação oral) apenas prova que até mesmo o que Jesus disse não era material para ser “decorado”; antes, era algo para ser entendido como espírito e como consciência aplicada à vida.
Foi a esquizofrenia produzida entre Jesus-Evangelho, de um lado, e, de outro, um corpo de doutrinas chamada de Evangelho (o qual é feito da sistematização de tudo o que na Bíblia se pode usar para fundamentar um pressuposto “lógico” acerca de um “plano da salvação”) justamente aquilo que tornou Jesus tão diferente daquilo que a “igreja” chama de “Evangelho” e, ao mesmo tempo, tornou a “igreja” tão díspar em relação à Pessoa de Jesus.
Muita gente diz “o evangelho está crescendo...” ou “o evangelho está enfrentando resistências...” ou, ainda, “o evangelho progrediu muito...” — sempre em referência ao crescimento de adesões religiosas à “igreja”, mas quase nunca pensando que o Evangelho só cresce para dentro do ser; e qualquer coisa que carregue o seu nome do lado de fora tem que ser um mero reflexo do que ele gerou no coração.
Todavia, para a “igreja”, Jesus salva, mas o que o salvo se torna não tem nada a ver com Ele! Aliás, se ficar parecido com Ele, não serve para a “igreja”. Pois nada incomoda mais a “igreja” do que alguém que busque ser, radicalmente, como Jesus.
Andar como Ele andou, para a “igreja”, significa outra coisa. De fato significa comportar-se como a “igreja” determina, mesmo que isso venha a ser equivalente a negar o modo como Jesus se mostrou a todos os seres humanos conforme o registro dos quatro evangelhos.
Na verdade, Jesus é o Evangelho, pois é somente nEle e na fé que converge de modo exclusivo para Ele que surge o entendimento do Evangelho.
O Evangelho é Jesus, em todas as Suas histórias, ações, visões, ensinos, interpretações da realidade e, sobretudo, Sua entrega voluntária, como Cordeiro; e, para além disso, Sua Ressurreição!
Para se entender o Evangelho tem-se que olhar a vida com o mesmo tipo e qualidade de amor que Jesus demonstrou em Sua existência no tempo e no espaço, ou seja: na Sua Encarnação.
O Evangelho só cresce em nós quando a consciência de Jesus se torna crescente em nós. Isto é ter a mente de Cristo, segundo Paulo. Portanto, isto é Evangelho.
O Evangelho é o entendimento segundo Jesus que se torna vida e alegria para quem crê.
Sem tal olhar e sem tal sentir e pensar, conforme Jesus, não há nada que seja Evangelho. Sim, sem isto podemos ter quatro evangelhos, mas não temos ainda O Evangelho.
Isto porque O Evangelho não existe nos quatro evangelhos. Neles temos registros verdadeiros de quem é Jesus e de tudo o que, sendo essencial, Ele fez e ensinou. Sim, não há nada além de letras nos registros dos evangelhos, até nos mais originais de todos eles, posto que o Evangelho não é uma informação, mas sempre uma encarnação da Palavra.
Por essa razão, do ponto de vista de Jesus, conforme os evangelhos, o Evangelho tinha a ver com gestos. Afinal, uma mulher o unge com óleo e Ele diz que aquilo era Evangelho.
Na Bíblia há quatro evangelhos, mas nenhum deles é Evangelho enquanto não é crido e praticado!
Quando Paulo diz que o Evangelho é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, ele não se refere a nenhuma sorte de adesão à “religião da salvação”, mas exclusivamente a ter crido e obtido, pela fé, o entendimento para provar a salvação como benefício espiritual já na Terra.
Afinal, Evangelho é Boa Nova. E que Boa Nova há em quatro evangelhos que não se tornam Evangelho (produtor de vida e paz) na vida dos papagaios que o decoram?
Há papagaios capazes de desenvolver inteligência de resolução de problemas de uma criança normal de seis anos. E com a memória que esses pássaros possuem, se ensinados, decorariam os evangelhos como uma criança é capaz de fazer quando treinada. Neles, porém, não haveria nenhum Evangelho.
Evangelho é vir e aprender com Aquele que é manso e humilde de coração, achar descanso para a alma nEle e trocar a canga da angústia pelo peso-leve de Seu fardo de alegrias.
Evangelho é achar o tesouro que nos evangelhos é uma parábola!
Evangelho é a chance de nascer de novo e de ter no coração o reino de Deus!
Evangelho é certeza de perdão, mas que traz consigo o compromisso com o perdão ao próximo; o que, no Evangelho, não é um sacrifício, mas algo agradável como um grande privilégio!
Evangelho é ser forte contra a mentira e doce ante qualquer que seja a confissão de verdade!
Evangelho é a alegria de dar a vida pelos amigos e até pelos inimigos!
Evangelho é, portanto, andar como Ele andou; e isto para total benefício de quem O segue em fé!
Evangelho é assim... igualzinho a Jesus!
E para eu dizer o que é Evangelho, com minhas imensas limitações, teria que escrever tudo o que vejo, sinto, percebo e recebo de Jesus todos os dias; além de tudo o que de Sua Graça vejo nos evangelhos e enxergo como Evangelho de salvação, na minha vida, e na de todo aquele que crê e busca andar conforme a Sua mente.
Assim, ao invés de buscar decorar os evangelhos, busque entender o espírito deles, pois Jesus disse: “As minhas palavras são espírito e são vida”.
Enquanto o Evangelho não se torna um entendimento em fé que nos concede cada vez mais ver, sentir, e decidir conforme Jesus, nenhum benefício do Evangelho chegou até nós.
O Evangelho é Caminho, Verdade e Vida — e Caminho, Verdade e Vida só estão em Jesus. Portanto, o Evangelho é Jesus e Jesus é o Evangelho; e tudo o que não for assim e conforme o espírito de Cristo pode até ganhar o apelido de “evangelho”, mas não é Evangelho.
Ora, é apenas por crer que os 4 evangelhos só se tornam Evangelho se cridos e praticados como entendimento e consciência; e também é somente por ter o testemunho de toda a História da Igreja quanto ao fato de que sem Bíblias o povo fica nas trevas, mas também que com Bíblias, porém sem ter Jesus como a “chave hermenêutica” da leitura, o povo fica “evangélico” — que ouso dizer que nem mesmo a Bíblia ajuda se a pessoa não tiver entendido que Jesus é o Evangelho; e que até da Bíblia muitas coisas deixam de ser Evangelho pelo simples fato de não terem sido encarnadas por Jesus como vida.
O local físico onde posso ler os 4 evangelhos é a Bíblia. Porém se na leitura eu não olhar tudo a partir da certeza de que Jesus é o Evangelho, a Bíblia servirá apenas para dividir e dividir as pessoas em nome de Deus, porém sem Deus em nenhuma das divisões, todas feitas em nome de verdades de fariseus; as quais, para Jesus, ainda quando eram verdadeiras, se tornavam mentira, posto que não eram praticadas pela via do amor que fez Deus se encarnar em Jesus.
Nele, que é o Evangelho,
Caio
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
FRASE DO DIA
Quem guarda o espírito do Evangelho por ter meditado em suas implicações para a vida, esse, mesmo que esqueça tudo como informação técnica, ainda assim jamais esquecerá a Palavra, posto que ela é espírito e vida, e não informação e demonstração de conhecimento acumulado, mas apenas de vida vivida em amor.
Retirado de: caiofabio.com
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
QUEM SOU EU?

Sou aquele que quer ver e fazer parte de uma igreja ideal, mais ou menos assim: composta de pessoas que amam a Deus e não a si mesmos
Colocam os interesses do reino acima dos seus.
Seus pregadores quando sobem ao púlpito oraram antes, para saber o que Deus gostaria que eles dissessem.
A Bíblia é usada como ferramenta primordial, os outros recursos são complementares.
Seus pastores gastam mais tempo no secreto a sós com Deus, do que em reuniões que não levam a lugar nenhum, com pessoas que não somam para o crescimento do reino.
Ama os pobres, deles cuida, e os respeita no mesmo nível dos demais.
A igreja ideal olha para cima e não para baixo.
É grande não em número, mas em atitudes e gestos.
É madura ao ponto de tolerar os fracos, sem concordar com os seus pecados.
Tem um Senhor, não é comandada por alguns senhores poderosos, que tendo poderes humanos, julgam controlam o que é divino.
A igreja ideal tem pernas, ouvidos, lágrimas e um grito: Jesus é a única esperança!
Atentai para as seguintes palavras:
"Se enxergo corretamente, a cruz do evangelicalismo popular não é a mesma cruz que a do Novo Testamento. É, sim, um ornamento novo e chamativo a ser pendurado no colo de um cristianismo seguro de si e carnal... a velha cruz matou todos os homens; a nova cruz os entretêm. A velha cruz condenou; a nova cruz diverte. A velha cruz destruiu a confiança na carne; a nova cruz promove a confiança na carne... A carne, sorridente e confiante, prega e canta a respeito da cruz; perante a cruz ela se curva e para a cruz ela aponta através de um melodrama cuidadosamente encenado – mas sobre a cruz ela não haverá de morrer, e teimosamente se recusa a carregar a reprovação da cruz."
A.W. Tozer
Pare para refletir sobre qual é o verdadeiro EVANGÉLIO.
Colocam os interesses do reino acima dos seus.
Seus pregadores quando sobem ao púlpito oraram antes, para saber o que Deus gostaria que eles dissessem.
A Bíblia é usada como ferramenta primordial, os outros recursos são complementares.
Seus pastores gastam mais tempo no secreto a sós com Deus, do que em reuniões que não levam a lugar nenhum, com pessoas que não somam para o crescimento do reino.
Ama os pobres, deles cuida, e os respeita no mesmo nível dos demais.
A igreja ideal olha para cima e não para baixo.
É grande não em número, mas em atitudes e gestos.
É madura ao ponto de tolerar os fracos, sem concordar com os seus pecados.
Tem um Senhor, não é comandada por alguns senhores poderosos, que tendo poderes humanos, julgam controlam o que é divino.
A igreja ideal tem pernas, ouvidos, lágrimas e um grito: Jesus é a única esperança!
Atentai para as seguintes palavras:
"Se enxergo corretamente, a cruz do evangelicalismo popular não é a mesma cruz que a do Novo Testamento. É, sim, um ornamento novo e chamativo a ser pendurado no colo de um cristianismo seguro de si e carnal... a velha cruz matou todos os homens; a nova cruz os entretêm. A velha cruz condenou; a nova cruz diverte. A velha cruz destruiu a confiança na carne; a nova cruz promove a confiança na carne... A carne, sorridente e confiante, prega e canta a respeito da cruz; perante a cruz ela se curva e para a cruz ela aponta através de um melodrama cuidadosamente encenado – mas sobre a cruz ela não haverá de morrer, e teimosamente se recusa a carregar a reprovação da cruz."
A.W. Tozer
Pare para refletir sobre qual é o verdadeiro EVANGÉLIO.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
ENTRE LEITURAS E PENSAMENTOS... CRISTO SEJA NOSSO CENTRO!
Como tenho visto muitos blogs de assunto cristão, eu estou percebendo que ainda existem pessoas comprometidas com a busca de uma verdade ou uma prova da verdade. Creio ser esta uma boa ação, porém não acredito que se chegue a um pensamento comum. Ainda bem.
Gostei de ver alguns brilhantes pensamentos a respeito da "prova da ressurreição de Cristo", de "novas teologias", entre outros muitos artigos de grande importancia e que já andam meio que fora de moda na boca e na mente de muitos "crentes".
Minha observação sobre estes assumtos é que não creio ser possivel estabelecer uma ciência exata de um assunto que nem é humano. Também não creio que alguém pode se converter com tal discussão.
Não quero dizer que estes assuntos não valem de nada, pelo contrário, quero deixar bem claro que acredito ser de extrema importância para o crescimento e amadurecimento do cristão e do evangélio, mas deve-se ver este assunto como um dentre tantos outros.
Não podemos e nem devemos deixar de lado as outras atitudes que devem ser tomadas para com a nossa comunidade de fé, temos que ensinar e aprender muito, mas também temos muito que amar aos outros, ter comunhão, ajudar, consolar, edificar e não só destruir pensamentos.
Vejo com bons olhos todos estes assuntos que tem sido defendido na internet e gostaria de ver este tipo de conversa mais proximo de nós no dia a dia, sei que tem ajudado muitos assim como a mim.
Com isso, deixo um apelo a todos que se manifestem sim contra todo essa porcaria que temos visto sendo dita por varios altares que por vezes penso ser altares de outros deuses, mas que não deixemos de ORAR pedindo muita graça porque estamos muito próximo do fim e ainda falta muita coisa a ser feita e aprendida.
Peço a Deus que por misericórdia venha abrir nossos olhos para identificarmos toda sorte de coisas estranhas que tem invadido nossas igrejas, e que nos encha de sabedoria e do Espirito Santo para que possamos agir no poder que realmente Cristo nos deu.
Que Deus nos abençoe.
Gostei de ver alguns brilhantes pensamentos a respeito da "prova da ressurreição de Cristo", de "novas teologias", entre outros muitos artigos de grande importancia e que já andam meio que fora de moda na boca e na mente de muitos "crentes".
Minha observação sobre estes assumtos é que não creio ser possivel estabelecer uma ciência exata de um assunto que nem é humano. Também não creio que alguém pode se converter com tal discussão.
Não quero dizer que estes assuntos não valem de nada, pelo contrário, quero deixar bem claro que acredito ser de extrema importância para o crescimento e amadurecimento do cristão e do evangélio, mas deve-se ver este assunto como um dentre tantos outros.
Não podemos e nem devemos deixar de lado as outras atitudes que devem ser tomadas para com a nossa comunidade de fé, temos que ensinar e aprender muito, mas também temos muito que amar aos outros, ter comunhão, ajudar, consolar, edificar e não só destruir pensamentos.
Vejo com bons olhos todos estes assuntos que tem sido defendido na internet e gostaria de ver este tipo de conversa mais proximo de nós no dia a dia, sei que tem ajudado muitos assim como a mim.
Com isso, deixo um apelo a todos que se manifestem sim contra todo essa porcaria que temos visto sendo dita por varios altares que por vezes penso ser altares de outros deuses, mas que não deixemos de ORAR pedindo muita graça porque estamos muito próximo do fim e ainda falta muita coisa a ser feita e aprendida.
Peço a Deus que por misericórdia venha abrir nossos olhos para identificarmos toda sorte de coisas estranhas que tem invadido nossas igrejas, e que nos encha de sabedoria e do Espirito Santo para que possamos agir no poder que realmente Cristo nos deu.
Que Deus nos abençoe.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
QUAL CURA NÓS PRECISAMOS MAIS?

Quero compartilhar uma reflexão sobre a cura divina, mas novamente, não pretendo poder dar todas as vertentes que gostaria e pesso que você ore para que Nosso Mestre mostre o que faltar.
Hoje, mais do que nunca, a igreja se mostra dentro de uma promoção de marketing do que Cristo pode fazer ou do que Ele pode dar. Dia após dia, lideres de igrejas são pegos martelando em assuntos pertinentes ao que podemos obter com nossa fé. Campanhas são feitas para que pessoas consigam se apossar d'aquilo que elas "tem direito". Entre estes "direitos", vemos o da cura sendo explorado incansávelmente.
Não é nenhuma heresia pregar a cura. Mas que cura Jesus pregou? Em que parte do corpo Cristo mais curou? Que pessoas Ele curou?
Para início de papo, temos que saber que nosso Deus é um Deus que cura ainda hoje, porém a cura anunciada pelo Espirito Santo e também pregada por Cristo não é uma cura do corpo somente, mas uma cura da mente, da alma, do viver fatigado pelas imposições de uma cultura, de uma vida, ou porque não dizer, de uma teologia pregada.
Se você ganhar algum tempo lendo a bíblia, perceberá que várias curas físicas realizadas por Jesus, eram reflexo de um agir mais profundo. Podemos começar com uma cura incomum. Uma mulher sai de sua casa esperando ser curada apenas ao tocar nas roupas de Cristo, porém esperava ser recriminada por ele. Quando acontece sua cura e Jesus pergunta, quem me tocou? Certamente ela ficou com medo, não só por Jesus mas também pelo que seus seguidores poderiam fazer a ela.
Mas Cristo a surpreende com mais que uma cura física, Ele a cura sentimentalmente e ensina que veio para amar independente de ser ela uma marginalizada. Cristo é capaz de curar do medo imposto por uma cultura, Ele nos cura de tradições.
Creio que a maior cura que precisamos está na cura da nossa mente. Pedro é para mim um grande exemplo deste tipo de cura. O perfil de Pedro nós já conhecemos: Esquentado, marrento, cheio de sí, falador, as veses medroso, as veses corajoso... por ai vai. Podemos ver claramente que Pedro foi curado dia após dia por Jesus, cada conversa e cada ensinamento, era uma cura para Pedro. A mente de Pedro foi curada de seus próprios pensamentos, que foram substituídos pelos pensamentos do alto.
Como eu disse a pouco, sei que Deus cura ainda hoje, mas o que falta para isso acontecer?
Posso lhe dar uma pista, a começar pela falta de compaixão, passando pelo egoísmo e que vai acabar na falta de conhecimento das verdades de Deus. Isso reflete uma falta de Deus nas igrejas e na vida de quem tem ensinado.
Quanto a nós que temos algum entendimento, temos que ser curados da INDIFERENÇA.
Peço que Deus nos ajude a persistir na fé e a não parar frente as atrossidades que temos visto nos programas ditos evengélicos (que de boas novas não tem nada).
Após pensar nisto, não consigo continuar escrevendo, pois muito poderia ser escrito, mas creio que nossas mente serão abertas pelo Espirito para que pensemos a respeito, pois não quero fazer o que muitos fazem, colocam os pensamentos de maneira que não podemos pensar no assunto, eu prefiro que troquemos idéias.
Peço que orem por este assunto e falem da verdade.
Que Deus nos abençoe.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
TENDE EM VÓS O MESMO SENTIMENTO DE CRISTO

Existem coisas no cristianismo que me faz parar.
Qual será o sentimento que Cristo tem ao ver a situação atual?
O que Ele pensa quando vê os que professam sua fé nele se degladiam com palavras e tentam "empurrar guela a baixo" suas idéias e pensamentos a respeito de determinado assunto?
Faz tempo que não vejo alguém tentar convencer o outro de que "TEMOS QUE AMAR O PRÓXIMO COMO NOS AMAMOS" ou ainda fazer com que o outro saiba que "O AMOR TUDO SUPORTA" e neste caso suporta até os mais fracos na fé e os menores no entendimento.
O que nosso SENHOR sente vendo isso?
O que você sentiria se visse seus dois filhos brigamdo por algo que nem um nem o outro está certo? Ou ainda que os dois estivessem certos?
Creio que temos que ter mais compaixão em nossas exposições de pensamento, pois estamos ferindo direitos de outros, e ainda ferindo princípios de fé.
Penso que nosso Pai amoroso não quer ver este cenário de destruição que há no meio cristão.
Há uma canção que diz: "Queremos viver o que tu vives, queremos sentir o que tu sentes..."
Será que Cristo vive em guerra para impor seu pensamento a nós? Ou ele nos convence pelo seu amor?
Será que Ele se sente exaltado no meio de uma discursão? Ou Ele se sente bem em meio a louvores?
Certamente temos que rever o que se passa em nosso meio...
Ore pelos nossos pastores, para que tenham sabedoria para ensinar e que ensinem valores eternos.
Que Deus nos abençoe.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
UM DIA PARA REFLETIR
Hoje quero compartilhar com vocês um momento que não é raro para mim, um dia de reflexão. Mas porque hoje quero refletir??? Leia o texto da palavra de Deus " Ensina-nos a contar os nossos dia de maneira que alcancemos corações sábios." Este texto pode ser encontrado em Salmos cap. 90 vers. 12, mas você que está lendo deve estar se perguntando, por que isso tudo???
Se você ainda não descubriu, hoje é meu aniversário (ai você diz: não acredito que ele deu essa volta toda...).
Mas deixando a brincadeira, quero deixar um pensamento para você, como está sua vida em relação ao tempo que você já tem? Quanto tempo você tem de evangélio e quanto você já frutificou? Quanto tempo ainda te resta?
Creio que quando o salmista pede para aprender a contar seus dias, não estava falando só de ver o tempo passar, mas sim de aprender a olhar o que passou e tirar alguma lição, ele queria aprender a fazer um balanço da vida com a ótica divina.
Precisamos fazer o mesmo, olhar para nossa vida e vero que temos feito para que o Reino de Deus seja valorizado por outros (pois creio que nós o valorizamos). Será que estamos muito preocupados com falatórios que não vão nos levar a lugar algum ao invés de proclamarmos a graça salvadora do Cristo Ressurreto?!
Creio que você deve se juntar a mim e a tantos outros e pensar "o que estou fazendo para Deus e o que Ele quer que eu faça?". Creio que hoje é o dia em que Deus quer te usar para algo, então saia de seu lugar e fale de Cristo para alguém, mas lembre-se, sem feri-la.
Ainda posso ver no texto, um desejo do salmista em ter um coração sábio, mas o que é um coração sábio? Posso arriscar dizer que é aquele que é dependente da Graça que vem do alto, é o coração disposto a servir a Deus servindo aos outros, é o coração de alguém que não está preso nas coisas terrenas pois sabe que tudo aqui vai para o fogo (se não o literal, pelo menos o espiritual, se é que me entende).
Amado, peço que você faça a mesma oração do salmista, mas não de qualquer jeito, mas de uma maneira a considerar o que ele considerou como importante. Peça a Deus que encha seu coração de um sentimento sublime que só ele pode te dar e que eu não tenho como descrever. Peça a Ele graça para ser melhor do que você já é.
Alegre o coração de Deus neste dia e esteja perto de seu paizinho.
Deus nos abençoe.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
EM QUE CRISTO PENSAVA?
Esta pergunta flutua na mente de muitos cristãos, ou pelo menos deveria residir no seu pensamento. A curiosidade se mistura com um desejo de conhecer melhor aquele que temos como maior exemplo de vida e fé, mas este sentimento pode ser saciado em parte quando vamos buscar alguns relatos de Cristo na sua palavra.
Não pretendo seguir um pensamento teológico a respeito do assunto nem tão pouco cronológico tal qual os relatos bíblicos citam seu ministério, mas pretendo te levar a refletir somente em alguns aspectos que acho ser muito interessante para nossa vida.
Podemos perceber que Cristo tinha o foco no seu reino, isso você pode ver nítido durante toda a sua vida. Podemos observar um texto que mostra isso em Mateus cap. 5 vers. 3, o primeiro relato de Jesus ensinando a alguém faz referencia ao ensino de como obter o Reino de Deus. Não por acaso esse texto de Mateus se refere as bem aventuranças que você já deve ter ouvido falar que são as leis do Reino.
Visto isso, podemos tirar uma lição para nossa vida: temos que nos preocupar primeiro com o Reino de Deus até por que em outro momento vemos Cristo também dizer “buscai primeiro o Reino de Deus e sua justiça...”
Se nós quisermos nos tornar mais semelhante a Ele, temos que deixar de ter uma visão puramente terrena e pensarmos nas responsabilidades que temos como cidadãos de um novo Reino que nos é apresentado.
Cristo também pensava nos outros e não somente em si.
Nos nossos dias fica difícil falar para se pensar em outros, pois todo nosso pensamento gira em torno de nós e nossos planos para nossa vida. Aprendemos desde cedo, “primeiro eu” e quando nós colocamos a palavra de Deus como espelho, vemos o quanto estamos longe do padrão ensinado por Jesus. Ele nos ensina o princípio de servir a outros na prática do seu dia a dia. Vemos na bíblia que Ele chega ao extremo de se curvar para lavar os pés de um discípulo que mais tarde iria lhe trair, e se você não consegue enxergar um motivo para isso eu posso tentar mostrar um. Ele pensava em nos ensinar.
Não tenho pretensão de extrair toda a essência do pensamento de Jesus, pois creio não ter essa capacidade, mas te convido a refletir o que mais Cristo queria nos ensinar com este gesto de serviço? Penso que mais do que servir Ele pensava que fossemos capaz de nos amar uns aos outros independentemente do que nos fizessem.
Sabemos que vão nos ferir com palavras e atos, mas se temos a intenção de sermos parecidos com Jesus, temos que parar de pensar só nas nossas conquistas e passar a pensar também nos que estão a nossa volta.
Eu ainda teria muita coisa a escrever sobre o assunto mas como não tenho muito tempo o farei em uma próxima oportunidade, mas não perca a oportunidade de parar e pensar em como Jesus agiria, isso fará diferença na sua vida.
Siga seus passos, pois sabemos muito bem aonde Ele chegou.
Deus nos abençoe.
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