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quinta-feira, 8 de julho de 2010

O EVANGELHO É O NOME- SE PUDER LER, LEIA!

Foi porque os "cristãos” não entenderam que o Evangelho é Jesus que, separadamente de Jesus, criaram uma outra coisa que deveria ser vista por todos como “o Evangelho”.

Assim, Jesus seria o Cordeiro da Cruz e da Ressurreição, mas, à parte dEle, deveria surgir uma “doutrina de salvação” conforme o conceito de “doutrina” dos homens — tendo nos gregos os artífices filosóficos e metodológicos desse “ídolo de pensamentos” patrocinado pelo Império Romano.

Ora, o Evangelho que se vê anunciado por Paulo, por exemplo, não é uma “doutrina” conforme o termo se faz entender por nós, mas apenas uma explanação dos significados salvíficos do que Jesus fez; e, além disso, uma aplicação de natureza individual, existencial e também comunitária do significado de se ter crido e aprendido em e de Jesus.

Entretanto, tal explanação não obedece a lógicas humanas nem se reveste de nada que se assemelhe a um “sistema”, posto que, para Paulo, não havia nada a ser sistematizado no Evangelho, mas apenas crido. E o fato de o apóstolo não ficar citando palavras de Jesus, conforme ditas e registradas nos 4 evangelhos (que já existiam como informação oral) apenas prova que até mesmo o que Jesus disse não era material para ser “decorado”; antes, era algo para ser entendido como espírito e como consciência aplicada à vida.

Foi a esquizofrenia produzida entre Jesus-Evangelho, de um lado, e, de outro, um corpo de doutrinas chamada de Evangelho (o qual é feito da sistematização de tudo o que na Bíblia se pode usar para fundamentar um pressuposto “lógico” acerca de um “plano da salvação”) justamente aquilo que tornou Jesus tão diferente daquilo que a “igreja” chama de “Evangelho” e, ao mesmo tempo, tornou a “igreja” tão díspar em relação à Pessoa de Jesus.

Muita gente diz “o evangelho está crescendo...” ou “o evangelho está enfrentando resistências...” ou, ainda, “o evangelho progrediu muito...” — sempre em referência ao crescimento de adesões religiosas à “igreja”, mas quase nunca pensando que o Evangelho só cresce para dentro do ser; e qualquer coisa que carregue o seu nome do lado de fora tem que ser um mero reflexo do que ele gerou no coração.

Todavia, para a “igreja”, Jesus salva, mas o que o salvo se torna não tem nada a ver com Ele! Aliás, se ficar parecido com Ele, não serve para a “igreja”. Pois nada incomoda mais a “igreja” do que alguém que busque ser, radicalmente, como Jesus.

Andar como Ele andou, para a “igreja”, significa outra coisa. De fato significa comportar-se como a “igreja” determina, mesmo que isso venha a ser equivalente a negar o modo como Jesus se mostrou a todos os seres humanos conforme o registro dos quatro evangelhos.

Na verdade, Jesus é o Evangelho, pois é somente nEle e na fé que converge de modo exclusivo para Ele que surge o entendimento do Evangelho.

O Evangelho é Jesus, em todas as Suas histórias, ações, visões, ensinos, interpretações da realidade e, sobretudo, Sua entrega voluntária, como Cordeiro; e, para além disso, Sua Ressurreição!

Para se entender o Evangelho tem-se que olhar a vida com o mesmo tipo e qualidade de amor que Jesus demonstrou em Sua existência no tempo e no espaço, ou seja: na Sua Encarnação.

O Evangelho só cresce em nós quando a consciência de Jesus se torna crescente em nós. Isto é ter a mente de Cristo, segundo Paulo. Portanto, isto é Evangelho.

O Evangelho é o entendimento segundo Jesus que se torna vida e alegria para quem crê.

Sem tal olhar e sem tal sentir e pensar, conforme Jesus, não há nada que seja Evangelho. Sim, sem isto podemos ter quatro evangelhos, mas não temos ainda O Evangelho.

Isto porque O Evangelho não existe nos quatro evangelhos. Neles temos registros verdadeiros de quem é Jesus e de tudo o que, sendo essencial, Ele fez e ensinou. Sim, não há nada além de letras nos registros dos evangelhos, até nos mais originais de todos eles, posto que o Evangelho não é uma informação, mas sempre uma encarnação da Palavra.

Por essa razão, do ponto de vista de Jesus, conforme os evangelhos, o Evangelho tinha a ver com gestos. Afinal, uma mulher o unge com óleo e Ele diz que aquilo era Evangelho.

Na Bíblia há quatro evangelhos, mas nenhum deles é Evangelho enquanto não é crido e praticado!

Quando Paulo diz que o Evangelho é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, ele não se refere a nenhuma sorte de adesão à “religião da salvação”, mas exclusivamente a ter crido e obtido, pela fé, o entendimento para provar a salvação como benefício espiritual já na Terra.

Afinal, Evangelho é Boa Nova. E que Boa Nova há em quatro evangelhos que não se tornam Evangelho (produtor de vida e paz) na vida dos papagaios que o decoram?

Há papagaios capazes de desenvolver inteligência de resolução de problemas de uma criança normal de seis anos. E com a memória que esses pássaros possuem, se ensinados, decorariam os evangelhos como uma criança é capaz de fazer quando treinada. Neles, porém, não haveria nenhum Evangelho.

Evangelho é vir e aprender com Aquele que é manso e humilde de coração, achar descanso para a alma nEle e trocar a canga da angústia pelo peso-leve de Seu fardo de alegrias.

Evangelho é achar o tesouro que nos evangelhos é uma parábola!

Evangelho é a chance de nascer de novo e de ter no coração o reino de Deus!

Evangelho é certeza de perdão, mas que traz consigo o compromisso com o perdão ao próximo; o que, no Evangelho, não é um sacrifício, mas algo agradável como um grande privilégio!

Evangelho é ser forte contra a mentira e doce ante qualquer que seja a confissão de verdade!

Evangelho é a alegria de dar a vida pelos amigos e até pelos inimigos!

Evangelho é, portanto, andar como Ele andou; e isto para total benefício de quem O segue em fé!

Evangelho é assim... igualzinho a Jesus!

E para eu dizer o que é Evangelho, com minhas imensas limitações, teria que escrever tudo o que vejo, sinto, percebo e recebo de Jesus todos os dias; além de tudo o que de Sua Graça vejo nos evangelhos e enxergo como Evangelho de salvação, na minha vida, e na de todo aquele que crê e busca andar conforme a Sua mente.

Assim, ao invés de buscar decorar os evangelhos, busque entender o espírito deles, pois Jesus disse: “As minhas palavras são espírito e são vida”.

Enquanto o Evangelho não se torna um entendimento em fé que nos concede cada vez mais ver, sentir, e decidir conforme Jesus, nenhum benefício do Evangelho chegou até nós.

O Evangelho é Caminho, Verdade e Vida — e Caminho, Verdade e Vida só estão em Jesus. Portanto, o Evangelho é Jesus e Jesus é o Evangelho; e tudo o que não for assim e conforme o espírito de Cristo pode até ganhar o apelido de “evangelho”, mas não é Evangelho.

Ora, é apenas por crer que os 4 evangelhos só se tornam Evangelho se cridos e praticados como entendimento e consciência; e também é somente por ter o testemunho de toda a História da Igreja quanto ao fato de que sem Bíblias o povo fica nas trevas, mas também que com Bíblias, porém sem ter Jesus como a “chave hermenêutica” da leitura, o povo fica “evangélico” — que ouso dizer que nem mesmo a Bíblia ajuda se a pessoa não tiver entendido que Jesus é o Evangelho; e que até da Bíblia muitas coisas deixam de ser Evangelho pelo simples fato de não terem sido encarnadas por Jesus como vida.

O local físico onde posso ler os 4 evangelhos é a Bíblia. Porém se na leitura eu não olhar tudo a partir da certeza de que Jesus é o Evangelho, a Bíblia servirá apenas para dividir e dividir as pessoas em nome de Deus, porém sem Deus em nenhuma das divisões, todas feitas em nome de verdades de fariseus; as quais, para Jesus, ainda quando eram verdadeiras, se tornavam mentira, posto que não eram praticadas pela via do amor que fez Deus se encarnar em Jesus.

Nele, que é o Evangelho,

Caio

RETIRADO DE caiofabio.net

sábado, 6 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

ESTA É PARA PENSAR O DIA INTEIRO.




Muitos Virão do Oriente e do Ocidente...

Jesus disse que os que se sentem os donos da revelação de Deus haveriam de ser surpreendidos no dia da Grande Revelação.

Seres desprezíveis haveriam de preceder a muitos religiosos certos de suas certezas. E gente que vivia para além da fronteira da “geografia da informação da revelação”, viria e tomaria lugar à Mesa da Grande Comunhão; enquanto os que se auto-intitulavam “filhos do reino” ficariam de fora.

Ora, ninguém deveria estranhar tais palavras ou tentar arranjar para elas significados outros. Elas dizem apenas o que elas dizem.

O interessante é que o Evangelho inicia a sua narrativa sobre o nascimento de Jesus com uma história que ilustraria aquilo que Jesus iria asseverar depois acerca desse tema.


Eis como segue a narrativa.

Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo.
O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém; e, reunindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo.
Responderam-lhe eles: Em Belém da Judéia; pois assim está escrito pelo profeta:
E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel.
Então Herodes chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com precisão acerca do tempo em que a estrela aparecera; e enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e, quando o achardes, informem-me, para que também eu vá e o adore.
Tendo eles, pois, ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinham visto quando no oriente ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino.
Ao verem eles a estrela, regozijaram-se com grande alegria. E entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro incenso e mirra.
Ora, sendo por divina revelação avisados em sonhos para não voltarem a Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho.


Os antigos “pais da igreja” tentaram ver aqui a “supremacia da fé cristã” sobre as religiões pagãs.

Seria uma espécie de afirmação de superioridade, colocando o cristianismo como a Religião Verdadeira.

O que me parece é que a religião, de fato, quase nunca percebe o essencial das coisas.

O texto não fala de nada além daquilo que aconteceu; ou seja: Deus é livre para revelar-se a quem quer, onde quer, e do modo como deseja fazê-lo.
E mais: essa revelação terá sempre em Cristo o seu ponto Ômega.

Ou seja: a revelação de Deus é Cristo.

Muitos dedicaram-se a entender a “estrela”; ou a buscar amenizar a presença dos “magos” fazendo deles astrônomos quase cristãos; ou a tentar marcar a data do nascimento de Jesus pela “ocorrência do fenômeno estelar”; ou ainda a tentar simbolizar e significar de um modo especial o “o ouro, incenso e mirra” como sendo expressão da realeza, do sacerdócio e da vicariedade dos sofrimentos de Jesus.

Tudo viagem!

Ora, a estrela não guiou os magos à estrebaria. Nenhuma estrela tem esse poder. Se você anda, ela segue você. Se você pára, ela pára com você.
Portanto, algo interior guiou os magos. Eles andaram conforme um testemunho intimo. A estrela era apenas a simbolização externa.

Qualquer pessoa que saiba um mínimo de relação entre pontos de observação—tomando uma estrela como referencia e um humano andante como observador—, sabe que o que acabei de dizer é a realidade.

A “sua estrela” não era “uma estrela de Jesus”, como se Ele fosse filho de uma “Nova Era”.

Todas as estrelas são Dele, e Nele tudo subsiste!

Aquela estrela não era mais Dele que todas as demais estrelas do Cosmos.

De fato, aquela estrela era dos magos, e servia para eles como referencia simbólica, como linguagem que eles entendiam.

Já o ouro, o incenso e a mirra, eram o que eram. Riquezas antigas. Qualquer outra tentativa de emprestar a tais presentes um significado simbólico-messiânico, é pura viagem de “interpretação alegórica”.

A grande mensagem do texto, todavia, é deixada de lado.

1. Quem não tinha a Escritura nas mãos teve mais olhos para discernir a revelação que acontecia no coração, que aqueles que sabiam apenas as “letras”, mas tinham o coração fechado para os sinais dos tempos. Por isto é que os magos seguem o coração e acham a Jesus.


2. Quem tinha a Escritura aberta e como objeto de estudo, mas mantinha o coração fechado, satisfazia-se com o livro, e não mantinha no coração a simplicidade da fé que segue a voz no coração. Por isto é que os escribas e mestres da lei puderam citar Miquéias para Herodes, mas não tiveram a disposição de caminhar com os magos até Belém.


Assim, fica-se sabendo que Deus fala com quem bem deseja, e, muitas vezes, cega os olhos daqueles que se deixam inebriar pela Letra, e não pela Palavra.

E como se não bastasse, após levar os magos até Jesus, Deus segue falando com eles. Agora já não mais usando a simbolização da “estrela”, mas direto, em sonhos, trazendo a eles a revelação de um novo “caminho” pelo qual deveriam retornar para a sua terra.

As conclusões acerca das implicações dessa história eu deixo por sua conta.

Peço apenas que você não esqueça do que Jesus disse:

“Muitos virão do oriente e do ocidente, e tomarão lugar à mesa com Abraão, Isaque e Jacó, mas vós ficareis de fora”.

Caio

Retirado do site: caiofabio.com

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

QUEM SOU EU?



Sou aquele que quer ver e fazer parte de uma igreja ideal, mais ou menos assim: composta de pessoas que amam a Deus e não a si mesmos
Colocam os interesses do reino acima dos seus.
Seus pregadores quando sobem ao púlpito oraram antes, para saber o que Deus gostaria que eles dissessem.
A Bíblia é usada como ferramenta primordial, os outros recursos são complementares.
Seus pastores gastam mais tempo no secreto a sós com Deus, do que em reuniões que não levam a lugar nenhum, com pessoas que não somam para o crescimento do reino.
Ama os pobres, deles cuida, e os respeita no mesmo nível dos demais.
A igreja ideal olha para cima e não para baixo.
É grande não em número, mas em atitudes e gestos.
É madura ao ponto de tolerar os fracos, sem concordar com os seus pecados.
Tem um Senhor, não é comandada por alguns senhores poderosos, que tendo poderes humanos, julgam controlam o que é divino.
A igreja ideal tem pernas, ouvidos, lágrimas e um grito: Jesus é a única esperança!

Atentai para as seguintes palavras:
"Se enxergo corretamente, a cruz do evangelicalismo popular não é a mesma cruz que a do Novo Testamento. É, sim, um ornamento novo e chamativo a ser pendurado no colo de um cristianismo seguro de si e carnal... a velha cruz matou todos os homens; a nova cruz os entretêm. A velha cruz condenou; a nova cruz diverte. A velha cruz destruiu a confiança na carne; a nova cruz promove a confiança na carne... A carne, sorridente e confiante, prega e canta a respeito da cruz; perante a cruz ela se curva e para a cruz ela aponta através de um melodrama cuidadosamente encenado – mas sobre a cruz ela não haverá de morrer, e teimosamente se recusa a carregar a reprovação da cruz."
A.W. Tozer

Pare para refletir sobre qual é o verdadeiro EVANGÉLIO.

sábado, 24 de outubro de 2009

PASTOR TAMBÉM É GENTE?


Depois de um tempo só lendo na internet, achei uma frase que no mínimo é interessante, "... para quem sabe que pastor também é gente."

Esta frase me fez pensar um pouco nos exemplos que aparecem como pastor nas igreja hoje, não quero falar contra as "autoridades" que estão por aí, mas também não posso deixar de pensar sobre eles e tentar ter uma visão a luz da palavra de Deus.

Tenho tido conhecimento de vários "astros" que tem tido seus nomes estampados na porta da igreja, suas fotos levantadas nas placas de suas denominações e assim por diante.

Paira sobre mim um questionamento, ser pastor é isso???

O que a bíblia diz sobre o pastorado?

Quando algém é ordenado apastor ganha super poderes?

Pastor é humano ou é sobrenatural?

Gostaria de ver alguns textos que dão alguma luz para nossas mentes:

Lucas cap.2 ver.8-11

"Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho.

E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor.

E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo, pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor."

Lucas cap.2 ver. 16 e 17
"E foram apressadamente, e acharam Maria, e José, e o menino deitado na manjedoura.
E, vendo-o, divulgaram a palavra que acerca do menino lhes fora dita; "

Dando uma primeira olhada neste texto, podemos dizer que isso em nada tem a ver com o trabalho pastoral, mas se atentarmos para os detalhes, podemos perceber que há algumas coisas que nos ajudam a entender para que há pastor.

Primeiro, a boa nova chegou primeiro aos pastores.

Se você olhar o texto de lucas isso fica bem claro.
E fica a pergunta: na sua igreja isso tem acontecido? O evangélio tem sido visto primeiro em seu pastor? Leia-se evangélio como vida simples, que era a doutrina dos apóstolos, isso me faz lembrar o texto que diz que o pão lhes era comum e que todos tinha uma vida em comum.
Isso tem acontecido em sua igreja? Porque isso é evangélio.
Temos visto muita teologia e pouco evangélio, você não acha?

Segundo, os pastores cuidavam de suas ovelhas.

Isso me faz pensar que o privilégio que o pastor tem de receber primeiro a palavra de Deus está ligado ao zelo que ele tem pelas ovelhas que Deus dá para eles cuidarem.
Isso gera mais indagação: seu pastor tem dia e horário para marcar audiência ou ele é encontrado perto de suas ovelhas? Veja, se o Deus todo poderoso a quem temos de prestar toda a honra e reverência é encontrado, não em nosso meio, mas dentro de nós, porque um pastor não pode ser encontrado com suas ovelhas?

Terceiro, o pastor precisa ser cheio da glória de Deus (não de louvores e aplausos humanos)

Não vou comentar mas, seu pastor tem evidenciado a glória de Deus ou tem recebido muitos aplausos?

Quarto, o pastor da o que recebeu e nem precisa ser mandado.

Veja que o anjo vem trazer a notícia para todo o povo, mas os pastores cheios de alegria vão ver Jesus e divulgam acerca do menino a todos.
Os pastores não existem para fazer milagres, ou para lhe fazer prosperar. Eles existem para anunciar Cristo nas nossas vidas e ensinar o rebanho onde se deve andar. Mas ao que parece, hoje é o contrario, Cristo ensina o rebanho onde pode andar e o pastor quer fazer milagre!!!

Depois disso tudo só me resta finalizar com a propria palavra de Jesus:

Na verdade, na verdade vos digo que aquele que não entra pela porta no curral das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e salteador.
Aquele, porém, que entra pela porta é o pastor das ovelhas. A este o porteiro abre, e as ovelhas ouvem a sua voz, e chama pelo nome às suas ovelhas, e as traz para fora.
E, quando tira para fora as suas ovelhas, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz.
Mas de modo nenhum seguirão o estranho, antes fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos. (João cap.10 vers. 1-5)

Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas.
Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas.
Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido.
(João cap.10 vers. 11-14)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

ENTRE LEITURAS E PENSAMENTOS... CRISTO SEJA NOSSO CENTRO!

Como tenho visto muitos blogs de assunto cristão, eu estou percebendo que ainda existem pessoas comprometidas com a busca de uma verdade ou uma prova da verdade. Creio ser esta uma boa ação, porém não acredito que se chegue a um pensamento comum. Ainda bem.

Gostei de ver alguns brilhantes pensamentos a respeito da "prova da ressurreição de Cristo", de "novas teologias", entre outros muitos artigos de grande importancia e que já andam meio que fora de moda na boca e na mente de muitos "crentes".

Minha observação sobre estes assumtos é que não creio ser possivel estabelecer uma ciência exata de um assunto que nem é humano. Também não creio que alguém pode se converter com tal discussão.

Não quero dizer que estes assuntos não valem de nada, pelo contrário, quero deixar bem claro que acredito ser de extrema importância para o crescimento e amadurecimento do cristão e do evangélio, mas deve-se ver este assunto como um dentre tantos outros.

Não podemos e nem devemos deixar de lado as outras atitudes que devem ser tomadas para com a nossa comunidade de fé, temos que ensinar e aprender muito, mas também temos muito que amar aos outros, ter comunhão, ajudar, consolar, edificar e não só destruir pensamentos.

Vejo com bons olhos todos estes assuntos que tem sido defendido na internet e gostaria de ver este tipo de conversa mais proximo de nós no dia a dia, sei que tem ajudado muitos assim como a mim.

Com isso, deixo um apelo a todos que se manifestem sim contra todo essa porcaria que temos visto sendo dita por varios altares que por vezes penso ser altares de outros deuses, mas que não deixemos de ORAR pedindo muita graça porque estamos muito próximo do fim e ainda falta muita coisa a ser feita e aprendida.

Peço a Deus que por misericórdia venha abrir nossos olhos para identificarmos toda sorte de coisas estranhas que tem invadido nossas igrejas, e que nos encha de sabedoria e do Espirito Santo para que possamos agir no poder que realmente Cristo nos deu.

Que Deus nos abençoe.