Foi porque os "cristãos” não entenderam que o Evangelho é Jesus que, separadamente de Jesus, criaram uma outra coisa que deveria ser vista por todos como “o Evangelho”.
Assim, Jesus seria o Cordeiro da Cruz e da Ressurreição, mas, à parte dEle, deveria surgir uma “doutrina de salvação” conforme o conceito de “doutrina” dos homens — tendo nos gregos os artífices filosóficos e metodológicos desse “ídolo de pensamentos” patrocinado pelo Império Romano.
Ora, o Evangelho que se vê anunciado por Paulo, por exemplo, não é uma “doutrina” conforme o termo se faz entender por nós, mas apenas uma explanação dos significados salvíficos do que Jesus fez; e, além disso, uma aplicação de natureza individual, existencial e também comunitária do significado de se ter crido e aprendido em e de Jesus.
Entretanto, tal explanação não obedece a lógicas humanas nem se reveste de nada que se assemelhe a um “sistema”, posto que, para Paulo, não havia nada a ser sistematizado no Evangelho, mas apenas crido. E o fato de o apóstolo não ficar citando palavras de Jesus, conforme ditas e registradas nos 4 evangelhos (que já existiam como informação oral) apenas prova que até mesmo o que Jesus disse não era material para ser “decorado”; antes, era algo para ser entendido como espírito e como consciência aplicada à vida.
Foi a esquizofrenia produzida entre Jesus-Evangelho, de um lado, e, de outro, um corpo de doutrinas chamada de Evangelho (o qual é feito da sistematização de tudo o que na Bíblia se pode usar para fundamentar um pressuposto “lógico” acerca de um “plano da salvação”) justamente aquilo que tornou Jesus tão diferente daquilo que a “igreja” chama de “Evangelho” e, ao mesmo tempo, tornou a “igreja” tão díspar em relação à Pessoa de Jesus.
Muita gente diz “o evangelho está crescendo...” ou “o evangelho está enfrentando resistências...” ou, ainda, “o evangelho progrediu muito...” — sempre em referência ao crescimento de adesões religiosas à “igreja”, mas quase nunca pensando que o Evangelho só cresce para dentro do ser; e qualquer coisa que carregue o seu nome do lado de fora tem que ser um mero reflexo do que ele gerou no coração.
Todavia, para a “igreja”, Jesus salva, mas o que o salvo se torna não tem nada a ver com Ele! Aliás, se ficar parecido com Ele, não serve para a “igreja”. Pois nada incomoda mais a “igreja” do que alguém que busque ser, radicalmente, como Jesus.
Andar como Ele andou, para a “igreja”, significa outra coisa. De fato significa comportar-se como a “igreja” determina, mesmo que isso venha a ser equivalente a negar o modo como Jesus se mostrou a todos os seres humanos conforme o registro dos quatro evangelhos.
Na verdade, Jesus é o Evangelho, pois é somente nEle e na fé que converge de modo exclusivo para Ele que surge o entendimento do Evangelho.
O Evangelho é Jesus, em todas as Suas histórias, ações, visões, ensinos, interpretações da realidade e, sobretudo, Sua entrega voluntária, como Cordeiro; e, para além disso, Sua Ressurreição!
Para se entender o Evangelho tem-se que olhar a vida com o mesmo tipo e qualidade de amor que Jesus demonstrou em Sua existência no tempo e no espaço, ou seja: na Sua Encarnação.
O Evangelho só cresce em nós quando a consciência de Jesus se torna crescente em nós. Isto é ter a mente de Cristo, segundo Paulo. Portanto, isto é Evangelho.
O Evangelho é o entendimento segundo Jesus que se torna vida e alegria para quem crê.
Sem tal olhar e sem tal sentir e pensar, conforme Jesus, não há nada que seja Evangelho. Sim, sem isto podemos ter quatro evangelhos, mas não temos ainda O Evangelho.
Isto porque O Evangelho não existe nos quatro evangelhos. Neles temos registros verdadeiros de quem é Jesus e de tudo o que, sendo essencial, Ele fez e ensinou. Sim, não há nada além de letras nos registros dos evangelhos, até nos mais originais de todos eles, posto que o Evangelho não é uma informação, mas sempre uma encarnação da Palavra.
Por essa razão, do ponto de vista de Jesus, conforme os evangelhos, o Evangelho tinha a ver com gestos. Afinal, uma mulher o unge com óleo e Ele diz que aquilo era Evangelho.
Na Bíblia há quatro evangelhos, mas nenhum deles é Evangelho enquanto não é crido e praticado!
Quando Paulo diz que o Evangelho é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, ele não se refere a nenhuma sorte de adesão à “religião da salvação”, mas exclusivamente a ter crido e obtido, pela fé, o entendimento para provar a salvação como benefício espiritual já na Terra.
Afinal, Evangelho é Boa Nova. E que Boa Nova há em quatro evangelhos que não se tornam Evangelho (produtor de vida e paz) na vida dos papagaios que o decoram?
Há papagaios capazes de desenvolver inteligência de resolução de problemas de uma criança normal de seis anos. E com a memória que esses pássaros possuem, se ensinados, decorariam os evangelhos como uma criança é capaz de fazer quando treinada. Neles, porém, não haveria nenhum Evangelho.
Evangelho é vir e aprender com Aquele que é manso e humilde de coração, achar descanso para a alma nEle e trocar a canga da angústia pelo peso-leve de Seu fardo de alegrias.
Evangelho é achar o tesouro que nos evangelhos é uma parábola!
Evangelho é a chance de nascer de novo e de ter no coração o reino de Deus!
Evangelho é certeza de perdão, mas que traz consigo o compromisso com o perdão ao próximo; o que, no Evangelho, não é um sacrifício, mas algo agradável como um grande privilégio!
Evangelho é ser forte contra a mentira e doce ante qualquer que seja a confissão de verdade!
Evangelho é a alegria de dar a vida pelos amigos e até pelos inimigos!
Evangelho é, portanto, andar como Ele andou; e isto para total benefício de quem O segue em fé!
Evangelho é assim... igualzinho a Jesus!
E para eu dizer o que é Evangelho, com minhas imensas limitações, teria que escrever tudo o que vejo, sinto, percebo e recebo de Jesus todos os dias; além de tudo o que de Sua Graça vejo nos evangelhos e enxergo como Evangelho de salvação, na minha vida, e na de todo aquele que crê e busca andar conforme a Sua mente.
Assim, ao invés de buscar decorar os evangelhos, busque entender o espírito deles, pois Jesus disse: “As minhas palavras são espírito e são vida”.
Enquanto o Evangelho não se torna um entendimento em fé que nos concede cada vez mais ver, sentir, e decidir conforme Jesus, nenhum benefício do Evangelho chegou até nós.
O Evangelho é Caminho, Verdade e Vida — e Caminho, Verdade e Vida só estão em Jesus. Portanto, o Evangelho é Jesus e Jesus é o Evangelho; e tudo o que não for assim e conforme o espírito de Cristo pode até ganhar o apelido de “evangelho”, mas não é Evangelho.
Ora, é apenas por crer que os 4 evangelhos só se tornam Evangelho se cridos e praticados como entendimento e consciência; e também é somente por ter o testemunho de toda a História da Igreja quanto ao fato de que sem Bíblias o povo fica nas trevas, mas também que com Bíblias, porém sem ter Jesus como a “chave hermenêutica” da leitura, o povo fica “evangélico” — que ouso dizer que nem mesmo a Bíblia ajuda se a pessoa não tiver entendido que Jesus é o Evangelho; e que até da Bíblia muitas coisas deixam de ser Evangelho pelo simples fato de não terem sido encarnadas por Jesus como vida.
O local físico onde posso ler os 4 evangelhos é a Bíblia. Porém se na leitura eu não olhar tudo a partir da certeza de que Jesus é o Evangelho, a Bíblia servirá apenas para dividir e dividir as pessoas em nome de Deus, porém sem Deus em nenhuma das divisões, todas feitas em nome de verdades de fariseus; as quais, para Jesus, ainda quando eram verdadeiras, se tornavam mentira, posto que não eram praticadas pela via do amor que fez Deus se encarnar em Jesus.
Nele, que é o Evangelho,
Caio
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
A FÍSICA, NEWTON, EINSTEIN E A NATUREZA ESPIRITUAL DO UNIVERSO…
TEXTO RETIRADO DO SITE CAIOFABIO.NET
O “Cosmo cristão” [digo: “Cosmo” como Universo] ainda é segundo a imagem e semelhança de Newton. Ou seja: ainda é uma noção de Universo pré-einsteiniano e, portanto, fixo, uno e estável.
Depois de Einstein o Cosmo passou a ser Cosmos, posto que a Relatividade de Einstein abrisse espaço para muitos universos...
Sim, abriu a tal ponto que o próprio Einstein não suportou a desconstrução que suas duas principais teorias geraram nas suas múltiplas implicações...
Foi em razão das descobertas de Einstein que se abriram outros mundos [...], especialmente o mundo das partículas subatômicas, gerando uma ampla compreensão de outro modo do Universo existir...
Sim, surgiu um modo totalmente diferente de se ver a existência dos mundos, e que é totalmente diferente do Universo na sua manifestação Macro, de percepção Newtoniana...
Portanto, desde Einstein que o Universo cresceu..., sendo percebido não mais como realidade única e fixa; mas sim como algo que continha muito mais do que estava disponível à vista e aos sentidos...
Assim, a cada dia, mesmo contra a vontade de Einstein, suas teorias abriram mundos que ele não desejaria que existissem...
Einstein morreu com raiva do que suas teorias haviam aberto como noção [...] no mundo da Física, em razão, sobretudo, do que e Mecânica Quântica havia incorporado como noção revolucionaria do sentido e constituição da natureza do Universo...
Hoje, mais e mais, a Física vai se transformando em uma espécie de Teofisica; ou ainda numa espécie de Pneumo-física...
Sim, posto que cada vez mais se discirna que o Universo não é um só; que há muitos universos; que há mundos paralelos; que podemos conviver com dimensões distintas que existem no ambiente invisível à nossa percepção; que a natureza do universo é feita de elementos que somente se parecem com o conceito de energia espiritual; que existem muitos tempo/espaço; que existem muitas camadas de existência; que existe o mundo invisível para além do que os olhos captem; que podem haver seres e vida justamente a uma membrana dimensional de nós; etc...
Ou seja: a cada dia a Física vai se tornando uma Teologia da Natureza das Coisas!...
Ora, é por tal razão que julgo que compreender a Física deste tempo é o melhor dever de casa que alguém possa pretender realizar [depois do estudo da Palavra] a fim de melhor perceber a natureza espiritual do Universo!
Hoje, pela Física, vejo anjos existindo a uma membrana de mim...
Hoje, pela Física, vejo o céu a uma membrana de mim...
Hoje, pela Física, vejo Principados, Potestades, Poderes, Rodas [arcos, círculos, como os de Ezequiel], Tronos e Soberanias... — todos existindo a uma membrana de mim...
Hoje, pela Física, vejo o Inferno a uma membrana quântica ou a uma membrana dimensional de distancia de mim e de você...
Sim, hoje, pela Física, vejo que o Novo Testamento não apela para a magia espiritual quando determina a existência de muitos mundos, visíveis e invisíveis, os quais existem de modo simultâneo e paralelo à camada de existência na qual eu existo...
Não! A Natureza do Universo não é grega, nem barroca, nem newtoniana, nem einsteiniana; mas sim espiritual, visto que espírito é energia, é existência na sua forma mais sutil e essencial...
Assim, anjos, por exemplo, são criaturas de uma outra energia e dimensão, mas existem em universos que se comunicam com o nosso; seja por portais; seja por capacidade de inter-relação deles com o nosso mundo...
Ora, entender isso e isso discernir em suas implicações, cria uma percepção do mundo espiritual totalmente diferente...
É nesse sentido que digo que os tais dos Óvnis são apenas Macro-Assombrações; sendo que a sua natureza é “espiritual”; porém, um “espiritual” que tem a ver com as noções que a Física atual nos ajuda a compreender com mais clareza fenomenológica...
Pode ser total coincidência que a Teoria Física das Cordas proponha que existam de 9 a 11 camadas de existência além da nossa [ou seja: de mundos paralelos], — à semelhança do que as antigas teses teológicas sobre o mundo invisível declaravam, ou seja: que existem de 9 a 11 camadas de mundos invisíveis, feitos das camadas existentes de anjos, arcanjos, principados, potestades, poderes, tronos, soberanias, rodas, querubins, serafins... Etc.
Portanto, para mim, a Física Moderna é um guia de estudo fenomenológico não apenas da existência como a vemos, mas das existências que não vemos...; e, mais que isto: é um guia de ajuda para a visualização de tais fenômenos como parte agora constatável e semi-observável para nós... Digo semi-observável apenas porque ainda não temos mais que a teoria em avançado processo de demonstração, mas que ajudam imensamente a entender a natureza dos fenômenos por nós designados como de natureza espiritual...
O que Física nos ajuda hoje a ver mais do que a teologia [...] é a natureza do Universo é essencialmente espiritual!...
Esta é a razão de eu dar tanta ênfase a que se busque entender a natureza essencial do Universo, pois, será por tais compreensões que nos preparemos para as invasões espirituais que já estão acontecendo no nosso mundo, e que aumentarão enormemente...
Portanto, simplificando, para mim, por exemplo, os Óvnis são manifestações espirituais de uma camada [ou de qualquer delas...], sendo “vazadas” para dentro de nossa dimensão...
Chegará a hora em que seremos visivelmente invadidos por tais fenômenos..., e quem não estiver preparado cairá em perplexidade assombrosa...
“Coisas espantosas” [...] “Grandes sinais do céu” [...] “Sinais nos céus” [...] “Angustia entre as nações” [...] — são expressões que Jesus usa a fim de designar o ambiente psicológico da humanidade ante a manifestação de fenômenos inusitados e chocantes...
Assim, dou graças a Deus pela Física, por Newton, por Einstein...; e pelos que creram nas teses de Einstein mais do que ele mesmo!...
Sim, dou graças a Deus pela descoberta cientifica acerca dos mundos paralelos; e por tudo quanto seja iluminação na verdade acerca da realidade; pois, toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm e do alto, descendo do Pai das Luzes; sendo mediada por qualquer um [...], posto que Deus seja livre para revelar-se..., assim como para revelar a natureza das coisas que Ele criou a quem bem desejar...
Pense nisso!...
Caio
17 de outubro de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
O “Cosmo cristão” [digo: “Cosmo” como Universo] ainda é segundo a imagem e semelhança de Newton. Ou seja: ainda é uma noção de Universo pré-einsteiniano e, portanto, fixo, uno e estável.
Depois de Einstein o Cosmo passou a ser Cosmos, posto que a Relatividade de Einstein abrisse espaço para muitos universos...
Sim, abriu a tal ponto que o próprio Einstein não suportou a desconstrução que suas duas principais teorias geraram nas suas múltiplas implicações...
Foi em razão das descobertas de Einstein que se abriram outros mundos [...], especialmente o mundo das partículas subatômicas, gerando uma ampla compreensão de outro modo do Universo existir...
Sim, surgiu um modo totalmente diferente de se ver a existência dos mundos, e que é totalmente diferente do Universo na sua manifestação Macro, de percepção Newtoniana...
Portanto, desde Einstein que o Universo cresceu..., sendo percebido não mais como realidade única e fixa; mas sim como algo que continha muito mais do que estava disponível à vista e aos sentidos...
Assim, a cada dia, mesmo contra a vontade de Einstein, suas teorias abriram mundos que ele não desejaria que existissem...
Einstein morreu com raiva do que suas teorias haviam aberto como noção [...] no mundo da Física, em razão, sobretudo, do que e Mecânica Quântica havia incorporado como noção revolucionaria do sentido e constituição da natureza do Universo...
Hoje, mais e mais, a Física vai se transformando em uma espécie de Teofisica; ou ainda numa espécie de Pneumo-física...
Sim, posto que cada vez mais se discirna que o Universo não é um só; que há muitos universos; que há mundos paralelos; que podemos conviver com dimensões distintas que existem no ambiente invisível à nossa percepção; que a natureza do universo é feita de elementos que somente se parecem com o conceito de energia espiritual; que existem muitos tempo/espaço; que existem muitas camadas de existência; que existe o mundo invisível para além do que os olhos captem; que podem haver seres e vida justamente a uma membrana dimensional de nós; etc...
Ou seja: a cada dia a Física vai se tornando uma Teologia da Natureza das Coisas!...
Ora, é por tal razão que julgo que compreender a Física deste tempo é o melhor dever de casa que alguém possa pretender realizar [depois do estudo da Palavra] a fim de melhor perceber a natureza espiritual do Universo!
Hoje, pela Física, vejo anjos existindo a uma membrana de mim...
Hoje, pela Física, vejo o céu a uma membrana de mim...
Hoje, pela Física, vejo Principados, Potestades, Poderes, Rodas [arcos, círculos, como os de Ezequiel], Tronos e Soberanias... — todos existindo a uma membrana de mim...
Hoje, pela Física, vejo o Inferno a uma membrana quântica ou a uma membrana dimensional de distancia de mim e de você...
Sim, hoje, pela Física, vejo que o Novo Testamento não apela para a magia espiritual quando determina a existência de muitos mundos, visíveis e invisíveis, os quais existem de modo simultâneo e paralelo à camada de existência na qual eu existo...
Não! A Natureza do Universo não é grega, nem barroca, nem newtoniana, nem einsteiniana; mas sim espiritual, visto que espírito é energia, é existência na sua forma mais sutil e essencial...
Assim, anjos, por exemplo, são criaturas de uma outra energia e dimensão, mas existem em universos que se comunicam com o nosso; seja por portais; seja por capacidade de inter-relação deles com o nosso mundo...
Ora, entender isso e isso discernir em suas implicações, cria uma percepção do mundo espiritual totalmente diferente...
É nesse sentido que digo que os tais dos Óvnis são apenas Macro-Assombrações; sendo que a sua natureza é “espiritual”; porém, um “espiritual” que tem a ver com as noções que a Física atual nos ajuda a compreender com mais clareza fenomenológica...
Pode ser total coincidência que a Teoria Física das Cordas proponha que existam de 9 a 11 camadas de existência além da nossa [ou seja: de mundos paralelos], — à semelhança do que as antigas teses teológicas sobre o mundo invisível declaravam, ou seja: que existem de 9 a 11 camadas de mundos invisíveis, feitos das camadas existentes de anjos, arcanjos, principados, potestades, poderes, tronos, soberanias, rodas, querubins, serafins... Etc.
Portanto, para mim, a Física Moderna é um guia de estudo fenomenológico não apenas da existência como a vemos, mas das existências que não vemos...; e, mais que isto: é um guia de ajuda para a visualização de tais fenômenos como parte agora constatável e semi-observável para nós... Digo semi-observável apenas porque ainda não temos mais que a teoria em avançado processo de demonstração, mas que ajudam imensamente a entender a natureza dos fenômenos por nós designados como de natureza espiritual...
O que Física nos ajuda hoje a ver mais do que a teologia [...] é a natureza do Universo é essencialmente espiritual!...
Esta é a razão de eu dar tanta ênfase a que se busque entender a natureza essencial do Universo, pois, será por tais compreensões que nos preparemos para as invasões espirituais que já estão acontecendo no nosso mundo, e que aumentarão enormemente...
Portanto, simplificando, para mim, por exemplo, os Óvnis são manifestações espirituais de uma camada [ou de qualquer delas...], sendo “vazadas” para dentro de nossa dimensão...
Chegará a hora em que seremos visivelmente invadidos por tais fenômenos..., e quem não estiver preparado cairá em perplexidade assombrosa...
“Coisas espantosas” [...] “Grandes sinais do céu” [...] “Sinais nos céus” [...] “Angustia entre as nações” [...] — são expressões que Jesus usa a fim de designar o ambiente psicológico da humanidade ante a manifestação de fenômenos inusitados e chocantes...
Assim, dou graças a Deus pela Física, por Newton, por Einstein...; e pelos que creram nas teses de Einstein mais do que ele mesmo!...
Sim, dou graças a Deus pela descoberta cientifica acerca dos mundos paralelos; e por tudo quanto seja iluminação na verdade acerca da realidade; pois, toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm e do alto, descendo do Pai das Luzes; sendo mediada por qualquer um [...], posto que Deus seja livre para revelar-se..., assim como para revelar a natureza das coisas que Ele criou a quem bem desejar...
Pense nisso!...
Caio
17 de outubro de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
MISTICISMO X MÍSTICA. ASSUNTO COMPLICADO!
Misticismo é pagão; é um sistema mágico e mecânico; não vem das livres expressões do amor e da confiança, mas sim das mecânicas de suposta manipulação do mundo espiritual; o que não passa de macumba.
Mística, todavia, é a certeza da companhia invisível...; e é o discernimento das presenças e sinais de tamanha delicadeza que somente os discerne quem anda aberto para eles..., pela fé.
Balaão era crente no misticismo, por exemplo.
Já Ezequiel, Zacarias, Maria, Paulo e tantos outros, eram apenas seres místicos; ou seja: abertos para certezas de coisas que se esperam e capazes de, pela fé, verem as coisas que não estão obviamente visíveis.
Assim, digo: sem mística a fé não tem alegria e nem gosto; o tempero da fé está na cozinha dos ambientes invisíveis...
Mística, todavia, é a certeza da companhia invisível...; e é o discernimento das presenças e sinais de tamanha delicadeza que somente os discerne quem anda aberto para eles..., pela fé.
Balaão era crente no misticismo, por exemplo.
Já Ezequiel, Zacarias, Maria, Paulo e tantos outros, eram apenas seres místicos; ou seja: abertos para certezas de coisas que se esperam e capazes de, pela fé, verem as coisas que não estão obviamente visíveis.
Assim, digo: sem mística a fé não tem alegria e nem gosto; o tempero da fé está na cozinha dos ambientes invisíveis...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
MAIS UMA FRASE PARA COMPLEMENTAR....
Enquanto fico apenas querendo saber quem disse o quê nas Escrituras, elas não entram em mim. Mas quando creio que o autor é um só, e, assim, não busco entender caso a caso e verso a verso, mas sim busco o espírito de todo o ensino, que é amor que constrange, fé que justifica e esperança que santifica —, então: a Palavra se arraiga em mim como entendimento.
Retirado de: caiofabio.com
Retirado de: caiofabio.com
FRASE DO DIA
Quem guarda o espírito do Evangelho por ter meditado em suas implicações para a vida, esse, mesmo que esqueça tudo como informação técnica, ainda assim jamais esquecerá a Palavra, posto que ela é espírito e vida, e não informação e demonstração de conhecimento acumulado, mas apenas de vida vivida em amor.
Retirado de: caiofabio.com
Retirado de: caiofabio.com
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
CULTURA PARA ENTENDIMENTO DA BÍBLIA.

Pergunta: "O que aconteceu no período intertestamentário?"
Resposta: O tempo entre a última parte do Velho Testamento e a aparição de Cristo é conhecido como o período intertestamentário (ou entre os testamentos). Porque não teve nenhuma palavra profética de Deus durante esse período, alguns o chamam de “400 anos de silêncio”. A atmosfera política, religiosa e social da Palestina mudou significantemente durante esse período. Muito do que aconteceu foi predito pelo profeta Daniel (veja Daniel capítulos 2,7,8 e 11 e compare os eventos históricos).
Israel estava sob controle do Império Persa entre 532-332 A.C. Os Persas deixaram os judeus praticarem sua religião com pouca interferência. Eles até tiveram permissão para reconstruir e adorar no templo (2 Crônicas 36:22-23; Esdras 1:1-4). Esse período inclui os últimos 100 anos do período do Velho Testamento e mais ou menos os primeiros 100 anos do período intertestamentário. Esse período de paz e contentamento relativos foi calmo bem antes da tempestade.
Alexandre o Grande derrotou Dário da Pérsia, trazendo o reinado grego ao mundo. Alexandre foi um aluno de Aristóteles e era bem educado na filosofia e política gregas. Ele exigiu que a cultura grega fosse promovida em todo território conquistado. Como resultado, o Velho Testamento hebraico foi traduzido ao grego, tornando-se a tradução conhecida como o Septuaginto. Alexandre permitou liberdade religiosa aos judeus, apesar de fortemente promover estilos de vida gregos. Isso não foi uma boa direção dos eventos para Israel, já que a cultura grega era uma ameaça a Israel por ser muito humanística, mundana e que não agradava a Deus.
Depois que Alexandre morreu, a Judéia foi reinada por uma série de sucessores, culminando com Antióquio Epifanes. Antióquio fez muito mais do que apenas recusar liberdade religiosa aos judeus. Mais ou menos 167 A.C., ele aboliu a linha do sacerdócio e profanou o templo com animais impuros e um altar pagão (veja Marcos 13:14). Isso foi uma espécie de estupro religioso. Eventualmente a resistência judaica a Antióquio restaurou os sacerdortes e resgatou o templo. O período que seguiu, no entanto, foi um de guerra e violência.
Mais ou menos 63 A.C, Pompeu de Roma conquistou a Palestina, colocando toda Judéia sob o controle de César. Isso eventualmente fez com que o imperador romano e senado fizessem de Herodes o rei da Judéia. Essa seria a nação que muito exigiu dos judeus, controlando-os demasiadamente e eventualmente executando o Messias na cruz romana. As culturas romana, grega e hebraica agora estavam misturadas na Judéia, com todas as três línguas faladas comumente.
Durante o período de ocupação grega e romana, dois grupos politicos e religiosos bastante importantes passaram a existir. Os Fariseus adicionaram à Lei de Moisés através de tradição oral – eventualmente considerando suas próprias leis como sendo mais importantes (veja Marcos 7:1-23). Enquanto as ensinamentos de Cristo frequentemente concordavam com os dos fariseus, Ele era contra seu legalismo e falta de compaixão. Os Saduceus representaram os aristocratas e ricos. Os Saduceus, os quais tinham bastante poder através do Sinédrio (algo parecido com a Suprema Corte), rejeitaram todos os livros do Velho Testamento menos os Mosáicos. Eles se recusaram a acreditar na ressurreição, e eram como uma sombra dos gregos, a quem admiravam grandemente.
Essa coleção de eventos que preparam o palco para a vinda de Cristo teve uma grande influência no povo judeu. Os judeus e pagãos de outras nações estavam descontentes com religião. Os pagãos estavam começando a questionar a validez do politeísmo. Romanos e gregos se afastaram de suas mitologias em direção às Escrituras, as quais podiam ser lidas em grego e Latim. Os judeus, no entanto, estavam desanimados com a situação. Mais uma vez eles foram conquistados, oprimidos e poluídos. A esperança estava nas últimas, fé mais ainda. Eles estavam convencidos de que a única coisa que podiam salvar a eles e a sua fé era a aparição do Messias.
O Novo Testamento conta a história de como a esperança surgiu, não só para os judeus, mas para o mundo inteiro. A realização de Cristo das profecias foi antecipada e reconhecida por muitos que O procuraram. As histórias do centurião romano, dos reis magos e do fariseu Nicodemos mostram como Jesus foi reconhecido como o Messias por aqueles que viveram no Seu tempo. Os “400 anos de silêncio” foram quebrados pela história mais maravilhosa jamais contada – o Evangelho de Jesus Cristo!
Resposta: O tempo entre a última parte do Velho Testamento e a aparição de Cristo é conhecido como o período intertestamentário (ou entre os testamentos). Porque não teve nenhuma palavra profética de Deus durante esse período, alguns o chamam de “400 anos de silêncio”. A atmosfera política, religiosa e social da Palestina mudou significantemente durante esse período. Muito do que aconteceu foi predito pelo profeta Daniel (veja Daniel capítulos 2,7,8 e 11 e compare os eventos históricos).
Israel estava sob controle do Império Persa entre 532-332 A.C. Os Persas deixaram os judeus praticarem sua religião com pouca interferência. Eles até tiveram permissão para reconstruir e adorar no templo (2 Crônicas 36:22-23; Esdras 1:1-4). Esse período inclui os últimos 100 anos do período do Velho Testamento e mais ou menos os primeiros 100 anos do período intertestamentário. Esse período de paz e contentamento relativos foi calmo bem antes da tempestade.
Alexandre o Grande derrotou Dário da Pérsia, trazendo o reinado grego ao mundo. Alexandre foi um aluno de Aristóteles e era bem educado na filosofia e política gregas. Ele exigiu que a cultura grega fosse promovida em todo território conquistado. Como resultado, o Velho Testamento hebraico foi traduzido ao grego, tornando-se a tradução conhecida como o Septuaginto. Alexandre permitou liberdade religiosa aos judeus, apesar de fortemente promover estilos de vida gregos. Isso não foi uma boa direção dos eventos para Israel, já que a cultura grega era uma ameaça a Israel por ser muito humanística, mundana e que não agradava a Deus.
Depois que Alexandre morreu, a Judéia foi reinada por uma série de sucessores, culminando com Antióquio Epifanes. Antióquio fez muito mais do que apenas recusar liberdade religiosa aos judeus. Mais ou menos 167 A.C., ele aboliu a linha do sacerdócio e profanou o templo com animais impuros e um altar pagão (veja Marcos 13:14). Isso foi uma espécie de estupro religioso. Eventualmente a resistência judaica a Antióquio restaurou os sacerdortes e resgatou o templo. O período que seguiu, no entanto, foi um de guerra e violência.
Mais ou menos 63 A.C, Pompeu de Roma conquistou a Palestina, colocando toda Judéia sob o controle de César. Isso eventualmente fez com que o imperador romano e senado fizessem de Herodes o rei da Judéia. Essa seria a nação que muito exigiu dos judeus, controlando-os demasiadamente e eventualmente executando o Messias na cruz romana. As culturas romana, grega e hebraica agora estavam misturadas na Judéia, com todas as três línguas faladas comumente.
Durante o período de ocupação grega e romana, dois grupos politicos e religiosos bastante importantes passaram a existir. Os Fariseus adicionaram à Lei de Moisés através de tradição oral – eventualmente considerando suas próprias leis como sendo mais importantes (veja Marcos 7:1-23). Enquanto as ensinamentos de Cristo frequentemente concordavam com os dos fariseus, Ele era contra seu legalismo e falta de compaixão. Os Saduceus representaram os aristocratas e ricos. Os Saduceus, os quais tinham bastante poder através do Sinédrio (algo parecido com a Suprema Corte), rejeitaram todos os livros do Velho Testamento menos os Mosáicos. Eles se recusaram a acreditar na ressurreição, e eram como uma sombra dos gregos, a quem admiravam grandemente.
Essa coleção de eventos que preparam o palco para a vinda de Cristo teve uma grande influência no povo judeu. Os judeus e pagãos de outras nações estavam descontentes com religião. Os pagãos estavam começando a questionar a validez do politeísmo. Romanos e gregos se afastaram de suas mitologias em direção às Escrituras, as quais podiam ser lidas em grego e Latim. Os judeus, no entanto, estavam desanimados com a situação. Mais uma vez eles foram conquistados, oprimidos e poluídos. A esperança estava nas últimas, fé mais ainda. Eles estavam convencidos de que a única coisa que podiam salvar a eles e a sua fé era a aparição do Messias.
O Novo Testamento conta a história de como a esperança surgiu, não só para os judeus, mas para o mundo inteiro. A realização de Cristo das profecias foi antecipada e reconhecida por muitos que O procuraram. As histórias do centurião romano, dos reis magos e do fariseu Nicodemos mostram como Jesus foi reconhecido como o Messias por aqueles que viveram no Seu tempo. Os “400 anos de silêncio” foram quebrados pela história mais maravilhosa jamais contada – o Evangelho de Jesus Cristo!
Texto retirado do site: http://www.gotquestions.org/
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